2008-05-19

Parceria






A Ana Cláudia, a Celeste Lago, o Manuel Cardoso, a Manuela Fernandes e a Marisa Gonçalves, alunos do 12º A, utilizaram a nossa Estufa para plantarem e estudarem algumas plantas aromáticas, nomeadamente a hortelã, cidreira, salsa,...
Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de Área de Projecto e tem como título "O Papel da Medicina Caseira nos Problemas Gástricos da População Transmontana".
Continuação de bom trabalho e sempre em parceria com a Estufa Natura.
Sandra Pinho

E a Estufa Continua a Crescer



Os canteiros da nossa Estufa estão todos semeados. As últimas aquisições são abóboras, azevinho e mangerico.
Os morangos já estão grandes e vermelhinhos!
Fomos visitados por formigas e caracóis que adoraram a estadia.
Tudo a brotar para que no dia 5 de Junho a Estufa tenha uma inauguração vistosa.
Sandra Pinho

2008-04-28

Inauguração



No dia 5 de Junho a Estufa Natura vai ser inaugurada com pompa e circunstância!
Estão todos convidados a participar nesta festa!
Sandra Pinho

Já Temos Morangos!







O Mr. Silva tem mimado os seus filhotes "morangueiros" de tal forma que nos brindaram com o primeiro morango. A foto está um pouco desfocada mas a emoção fez tremer a máquina!
Os gladíolos continuam a crescer e os alhos a medrar!
Os "padrinhos" e "pais" têm feito um excelente trabalho!
Sandra Pinho

Bragança vai reciclar lixo para fertilizantes

A autarquia de Bragança apresentou um projecto-piloto que visa reaproveitar metade do lixo de 50 famílias com o objectivo de fertilizar jardins e quintais.

De acordo com o vice-presidente da câmara e responsável pela área do Ambiente, Rui Caseiro, as famílias que aderirem a esta iniciativa só terão de depositar o seu lixo doméstico, principalmente vegetais e os restos de jardins (folhas), num contentor verde que tem capacidade para 300 litros.

Depois de reaproveitar estes lixos orgânicos, eles poderão ser utilizados como fertilizantes em jardins, quintais e hortas, processo idêntico ao que acontecia na agricultura tradicional, noticia o Público.pt.

O responsável pela área ambiental da Câmara de Bragança salientou que, para os que ainda têm dúvidas sobre o projecto, vai ser distribuído um guia que ajuda a compreender todo o processo.
2008-04-28 - Fábrica de Conteúdos

2008-04-18

Algarve - Universidade quer comercializar produtos anti-caspa e acne feitos a partir de algas

Universidade do Algarve (UALG) quer atrair investidores da Indústria Cosmética para comercializar produtos de combate à caspa e acne fabricados a partir de uma alga cujo cultivo em meio artificial foi pioneiro na região.

A técnica, desenvolvida durante quatro anos por investigadores do Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR), consiste no cultivo de algas em tanques para extrair compostos que são anti-virais e anti-bacterianos.

O cultivo em meio artificial tem a vantagem de permitir duplicar o crescimento da alga em comparação com o seu desenvolvimento no meio natural, sendo possível ainda com a mesma quantidade de biomassa extrair-se mais compostos.

«Como conseguimos manipular as condições de cultivo, podemos fazê-las crescer mais rapidamente e fazê-las também produzir mais compostos», explicou à Lusa Leonardo Mata, investigador que está a fazer uma tese de doutoramento sobre o tema.

A técnica já é explorada em França no fabrico de champôs anti-caspa e em cosméticos para a acne, mas com algas retiradas do ambiente natural, tendo a equipa de investigadores da UALG sido pioneira no cultivo artificial.

Uma vez que em Portugal a produção de produtos de cosmética é praticamente inexistente, a ideia é atrair investidores estrangeiros que estejam interessados em comprar as algas desenvolvidas em meio tanques de piscicultura.

Cada metro quadrado de cultivo de algas produz aproximadamente 128 quilos de algas, além de remover dos efluentes das pisciculturas cerca de dois quilos de azoto e onze de carbono, precisou Leonardo Mata.

É que além da aplicação à cosmética, a alga vermelha serve também para filtrar efluentes, uma mais valia ambiental e económica por permitir uma redução da emissão de azoto e carbono para o meio ambiente.

Outra das aplicações possíveis é a introdução dos seus compostos nas tintas, para combater as bactérias que se alojam no casco dos barcos, acrescentou o investigador da Universidade do Algarve.

Quando atingirem a dimensão desejada, as algas passam depois por um processo de congelação e liofilização para depois serem extraídos os compostos activos contra determinados organismos.


Lusa/SOL
12.12.2007

Berlenga com novos habitantes marinhos


Parque de Campismo da Reserva


A Reserva Natural das Berlengas tem novos habitantes marinhos, revelou Júlio Coelho, presidente da Escola Superior de Tecnologias do Mar- ESTM, no final da cerimónia de assinatura de um protocolo da autarquia com Instituto para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade - ICNB, o Instituto do Ambiente e Desenvolvimento - IDAD – Universidade de Aveiro, e o Instituto Politécnico de Leiria – ESTM, visando a elaboração do dossier de candidatura da Berlenga a Reserva da Biosfera no âmbito da UNESCO.

“Há espécies que tem aparecido aqui, nos nossos fundos marinhos, que supostamente não era previsível estarem por aqui por estas latitudes”, afirmou Júlio Coelho. Trata-se de uma especificidade que “já está identificada e há-de ser divulgada, através de uma obra de fotografia sub-aquática”, que será publicada brevemente. “São espécies de algas, que se fixaram nas rochas, que não era suposto lá estarem, e uma espécie de peixe que não era suposto lá andar, já foi também identificada”, explicou.

Estas novas espécies poderão estar a adaptar-se às mudanças climáticas que o planeta tem sofrido nos últimos anos com aumento de temperatura, admitiu o professor. “Terá a ver com correntes marinhas, com temperaturas de água, e com condições micro-ambientais que entretanto se foram instalando, à volta das Berlengas, que proporcionaram a fixação de espécies que não era suposto que existissem cá”, afirmou.

Jornal Oeste Online