2008-04-18

Berlenga com novos habitantes marinhos


Parque de Campismo da Reserva


A Reserva Natural das Berlengas tem novos habitantes marinhos, revelou Júlio Coelho, presidente da Escola Superior de Tecnologias do Mar- ESTM, no final da cerimónia de assinatura de um protocolo da autarquia com Instituto para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade - ICNB, o Instituto do Ambiente e Desenvolvimento - IDAD – Universidade de Aveiro, e o Instituto Politécnico de Leiria – ESTM, visando a elaboração do dossier de candidatura da Berlenga a Reserva da Biosfera no âmbito da UNESCO.

“Há espécies que tem aparecido aqui, nos nossos fundos marinhos, que supostamente não era previsível estarem por aqui por estas latitudes”, afirmou Júlio Coelho. Trata-se de uma especificidade que “já está identificada e há-de ser divulgada, através de uma obra de fotografia sub-aquática”, que será publicada brevemente. “São espécies de algas, que se fixaram nas rochas, que não era suposto lá estarem, e uma espécie de peixe que não era suposto lá andar, já foi também identificada”, explicou.

Estas novas espécies poderão estar a adaptar-se às mudanças climáticas que o planeta tem sofrido nos últimos anos com aumento de temperatura, admitiu o professor. “Terá a ver com correntes marinhas, com temperaturas de água, e com condições micro-ambientais que entretanto se foram instalando, à volta das Berlengas, que proporcionaram a fixação de espécies que não era suposto que existissem cá”, afirmou.

Jornal Oeste Online

2008-04-07

"Dia das Ciências Experimentais"






No dia 13 de Março realizou-se, na escola, o "Dia das Ciências Experimentais". Os alunos apresentaram, à Comunidade Escolar, diversas actividades experimentais. Os alunos do 10º F simularam o processo de Fossilização, utilizando plasticina e gesso, e simularam a propagação das ondas sísmicas para cálculo da Zona de Sombra.

FOSSILIZAÇÃO

"De um modo geral, os organismos são completamente destruídos após a morte e num determinado espaço de tempo, processo este que se designa por decomposição.

Estes são decompostos pela acção combinada de:

* organismos decompositores (geralmente microorganismos);
* agentes físicos (alterações de pressão e temperatura) e
* agentes químicos (dissoluções, oxidações, entre outros).

Por vezes, os restos orgânicos ficam rapidamente envolvidos num material protector que os preserva do contacto com a atmosfera, da água do mar e da acção dos decompositores.

Este processo é raro (acontece em menos de 1% das situações), complexo e geralmente só as partes duras (troncos, conchas, carapaças, ossos e dentes) fossilizam.

Na fossilização os compostos orgânicos que constituem o organismo morto são substituídos por outros mais estáveis nas novas condições. Estes podem ser calcite, sílica, pirite, carbono, entre outros.

A fossilização é um processo muito lento e complexo!

Os Fósseis (do latim fossilis) são os restos materiais de antigos organismos ou as manifestações da sua actividade, que ficaram mais ou menos bem conservados nas rochas ou em outros fósseis.

Entende-se por:


1. restos materiais – evidências de partes do organismo como ossos, dentes, troncos, chifres, ou o corpo inteiro em casos excepcionais;


2. manifestações de actividade são de dois tipos –
a)vestígios orgânicos, como estruturas reprodutoras (ovos, sementes, esporos, pólenes, etc.), excrementos (cuprólitos) e restos de construções orgânicas;
b)rastos, designados por icnofósseis ou icnitos, como pegadas ou impressões de outras partes do corpo (dentadas, por exemplo), pistas, galerias abertas em rochas, esqueletos ou troncos, etc.

Para que se forme um fóssil é necessário que as evidências sofram uma série de transformações químicas e físicas ao longo de um período de tempo. Assim, só se consideram fósseis os vestígios orgânicos com mais de 13.000 anos (idade aproximada da última glaciação do Quaternário – o Würm)."
http://fossil.uc.pt

ZONA DE SOMBRA

"A constituição e as propriedades físicas dos materiais terrestres variam com a profundidade, condicionando assim a velocidade das ondas P e S. A velocidade das ondas sísmicas aumenta com a rigidez dos materiais e diminui proporcionalmente à sua densidade. A reflexão e refracção das ondas sísmicas permitem localizar três superfícies de descontinuidade:
 Descontinuidade de Mohorovicic – profundidade média de 40km, separa a crosta do manto.
 Descontinuidade de Gutenberg – profundidade de 2883km, separa o manto do núcleo externo.
 Descontinuidade de Wiechert/Lehmann – profundidade de 5140km, separa o núcleo externo do núcleo interno.
Para cada sismo existe uma zona de sombra sísmica, compreendida entre ângulos epicentrais de 103º e 143º, onde não são recebidas ondas P nem ondas S directas."

http://www.exames.org/apontamentos/biogeo/biogeo_ano1e2_nuno_fernandes.pdf

Sandra Pinho

2008-03-07

O novo "bébé"



Olhem que lindo!
Estamos ansiosos para que cresça um lindo lilium.
Sandra Pinho

Mr. Silva - O Pai dos Morangos




Mr. Silva tem andado desatento aos seus "filhotes" e o resultado está à vista.
Durante a semana, ao aperceber-se das consequências da sua desatenção, encontrou a solução para este problema, carinho! Comprometeu-se a ir todos os dias mimar os seus moranguitos.
Força Mr. Silva, ainda há salvação!
Sandra Pinho

"Alhomania"




A Catarina do 10º F resolveu aderir à "alhomania" e plantou alhos transmontanos na Estufa Natura.
Contrariamente ao esperado, estão a "arrebitar".
Sandra Pinho

2008-03-06

Que grandes que estão!





Os gladíolos da Estufa Natura estão bem crescidinhos.
Qualquer dia florescem e depois podemos enfeitar a nossa escola.
Sandra Pinho

2008-03-04

Macromoléculas Biológicas








Existem quatro grandes tipos de macromoléculas nas células: os prótidos, os glícidos, os lípidos e os ácidos nucleicos. Estes polímeros são conjuntos de monómeros: aminoácidos, monossacarídeos, glicerol e ácidos gordos e nucleótidos, respectivamente.
Os alunos do 10º F utilizaram indicadores e reagentes para detectar algumas destas moléculas. Os glícidos simples são detectados utilizando o licor de Fehling; os prótidos são detectados pela acção conjunta do sulfato de cobre e hidróxido de sódio; os lípidos são corados de vermelho pela acção de sudão III.
Sandra Pinho